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Justiça do Maranhão nega soltura de prefeito e vereadores acusados de desviar R$ 56 milhões

A Justiça do Maranhão decidiu, nesta segunda-feira (12), manter presas a maioria das pessoas investigadas na Operação Tântalo II, que apura o desvio de R$ 56 milhões dos cofres do município de Turilândia. A decisão é da desembargadora Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), mesmo após parecer favorável do Ministério Público à concessão de liberdade provisória.

A única investigada autorizada a cumprir prisão domiciliar foi Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira, que foi diagnosticada com câncer de útero.

Acusados de desvio de R$ 56 milhões pelo MP, prefeito e primeira-dama de Turilândia prestam depoimento à Justiça. | Reprodução
Acusados de desvio de R$ 56 milhões pelo MP, prefeito e primeira-dama de Turilândia prestam depoimento à Justiça. | Foto: Reprodução

Justiça do Maranhão decidiu, nesta segunda-feira (12)manter presas a maioria das pessoas investigadas na Operação Tântalo II, que apura o desvio de R$ 56 milhões dos cofres do município de Turilândia. A decisão é da desembargadora Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), mesmo após parecer favorável do Ministério Público à concessão de liberdade provisória.


Medidas mantidas

Na análise do caso, a magistrada determinou a manutenção das prisões preventivas, além das prisões domiciliares com monitoramento eletrônico, no caso dos vereadores. Também foram preservadas medidas como afastamento de cargos públicossuspensão de atividades econômicas e demais cautelares impostas no curso da investigação.

 


Exceção humanitária

A única investigada autorizada a cumprir prisão domiciliar foi Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira, pregoeira do município. A decisão levou em conta razões humanitárias, já que ela foi diagnosticada com câncer de útero. A investigada seguirá sob monitoramento eletrônico e poderá sair de casa exclusivamente para tratamento médico.


Pedidos negados

No caso de Gerusa de Fátima Nogueira Lopes, a defesa solicitou a substituição da prisão preventiva por domiciliar, alegando gravidez. O pedido, no entanto, foi indeferido, e a investigada permanecerá recolhida em unidade prisional.

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Carlos Alberto

Oi, eu sou o Carlos Alberto, radialista de Campos Sales-CE e apaixonado por futebol. Tenho qualidades, tenho defeitos (como todo mundo), mas no fim das contas, só quero viver, trabalhar, amar e o resto a gente inventa!

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