Eduardo Martins revelou a 25 empresários do agro com os quais se reuniu hoje que, em janeiro, a média de chuva é de 500 mm. E só choveu o equivalente a 18 mm
Escrito por
Egídio Serpaegidio.serpa@svm.com.br
(Atualizado às 17:06)
Legenda: A baixa pluviometria da pior pré-estação de chuvas do Ceará preocupa, porque os açudes estão secando
Foto: Wandemberg Belém
Esta página é patrocinada por:
Atenção! O presidente da Funceme, engenheiro Eduardo Martins, reuniu-se hoje com 22 empresários da agropecuária do Ceará. Durante as duas horas que durou a reunião, ele prendeu a atenção e a respiração dos empresários, despejando algumas informações muito importantes e interessantes. Uma delas foi a seguinte:
A Funceme tem hoje 550 postos de coleta de informações sobre chuvas em todo o estado, além de 12 boias instaladas dentro do mar, ao longo dos 600 quilômetros do litoral cearense. Esses postos de coleta marinha, além de medirem o volume das chuvas, são dotados de sensores que avaliam a temperatura e a salinidade da água, indicativos relevantes para o monitoramento do clima.
O presidente da Funceme disse também que, nos últimos 54 anos, esta é a pior pré-estação de chuvas que o Ceará já enfrentou. Para que se tenha uma ideia do que isto representa, basta citar que, nestes 26 dias do mês de janeiro, 81% do território cearense ficaram abaixo da média histórica da pluviometria do estado. Apenas 31% da geografia cearense ficaram na média histórica, mas isto não quer dizer muita coisa, porque Eduardo Martins acrescentou, usando outras palavras, a informação a seguir:
“A média de chuvas deste janeiro de 2026 em todo o Ceará é de 18,4 milímetros. É algo que assusta, quando se sabe que a média histórica para o mês de janeiro é superior a 500 milímetros.”
Eduardo Martins também disse, agora com todas as letras:
“Este é um dos piores janeiros de toda a história do clima no Ceará.”











Adcionar comentário