A força-tarefa está em ação na mata, lagos e margem do Rio Mearim, onde cães farejadores identificaram cheiro compatível com o dos irmãos.

As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, completam 26 dias nesta quinta-feira (29), sem qualquer vestígio sobre o paradeiro das crianças. A força-tarefa atua em áreas de mata, lagos e na outra margem do Rio Mearim, onde cães farejadores identificaram um cheiro compatível com o dos irmãos.
Drones ajudam a monitorar áreas de difícil acesso
Os drones têm papel fundamental nas buscas, permitindo uma visão ampla da mata fechada. Os equipamentos estão sendo operados por soldados do Exército Brasileiro, que monitoram regiões de difícil acesso, auxiliando diretamente nas varreduras.
Grande operação envolve várias forças de segurança
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), participam da operação:
• Polícia Civil
• Força Estadual Integrada de Segurança Pública
• Centro Tático Aéreo (CTA)
• Batalhão de Choque da Polícia Militar
• Exército Brasileiro
• Corpo de Bombeiros Militar
Além disso, há apoio de cães farejadores da PM e dos Bombeiros.
Investigação segue em todas as hipóteses
A Polícia Civil, com apoio da Perícia Oficial, conduz uma investigação minuciosa para localizar as crianças e esclarecer o caso. O delegado-geral adjunto operacional, Ederson Martins, afirmou que:
“Enquanto não houver mais indícios, tudo pode ter acontecido.”
Segundo ele, a principal linha de investigação aponta que os irmãos podem ter se perdido na mata.

A Polícia Civil de São Paulo descartou a hipótese de que Ágatha e Allan teriam sido vistos em um hotel no Centro da capital paulista. Equipes foram ao local após uma denúncia, mas constataram que as crianças encontradas não eram os irmãos desaparecidos.
Os irmãos estão desaparecidos desde 4 de janeiro, no povoado São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão.











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