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Um mês de silêncio e dor: mãe vive angústia sem fim à espera de notícias dos filhos desaparecidos

Um mês após o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, na zona rural de Bacabal, no Maranhão, a família segue mergulhada em incerteza, sofrimento e desespero. A ausência de respostas transforma os dias em um longo silêncio marcado por lágrimas, dor e esperança frágil.

Um mês após o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, na zona rural de Bacabal, no Maranhão, a família segue mergulhada em incerteza, sofrimento e desespero. A ausência de respostas transforma os dias em um longo silêncio marcado por lágrimas, dor e esperança frágil.

A mãe das crianças, Clarice Cardoso, relatou nesta quarta-feira (4/02), em entrevista ao Jornal Nacional, a profundidade da angústia que enfrenta desde o sumiço dos filhos. Segundo ela, a dor é “insuportável” e impossível de ser descrita, afirmando que não deseja essa experiência a nenhuma outra mãe. A avó das crianças também falou sobre o sofrimento da família, descrevendo a rotina como um verdadeiro pesadelo sem fim, agravado pela falta de qualquer informação concreta.

A Polícia Civil do Maranhão segue com as investigações e operações de busca, mas até o momento não há pistas claras sobre o paradeiro das crianças. Uma comissão especial foi criada para apurar o caso, com dezenas de depoimentos colhidos e um inquérito extenso, reunindo diversas diligências realizadas ao longo das últimas semanas.

O último possível vestígio dos irmãos foi identificado por cães farejadores em uma cabana abandonada na mata, conhecida pelos policiais como “casa caída”, localizada a alguns quilômetros do ponto onde as crianças foram vistas pela última vez. Desde então, forças de segurança, voluntários e equipes especializadas percorreram áreas de mata fechada, cursos d’água e regiões de difícil acesso.

As buscas contam com o uso de drones equipados com câmeras térmicas, além de varreduras fluviais com apoio da Marinha. Enquanto as investigações continuam, a família segue à espera de respostas, sustentada apenas pela esperança de reencontrar Ágatha e Allan.

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Carlos Alberto

Oi, eu sou o Carlos Alberto, radialista de Campos Sales-CE e apaixonado por futebol. Tenho qualidades, tenho defeitos (como todo mundo), mas no fim das contas, só quero viver, trabalhar, amar e o resto a gente inventa!

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