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Flávio anota aliança com Ciro no Ceará e desenha palanque com disputa ao Senado e ao Governo em 2026

Um papel rabiscado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, revelou os bastidores das articulações nacionais para 2026 — e colocou o Ceará no centro da estratégia.

Um papel rabiscado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, revelou os bastidores das articulações nacionais para 2026 — e colocou o Ceará no centro da estratégia.

As anotações divulgadas em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, descrevem a possibilidade de aliança com Ciro Gomes (PSDB) no Estado, sinalizando um palanque competitivo tanto para o Senado quanto para a sucessão do governador Elmano de Freitas (PT).

O documento, intitulado “situação nos Estados”, traz nomes, hipóteses e observações estratégicas feitas durante reunião da cúpula do PL. No caso do Ceará, a anotação indica que um palanque com Ciro poderia também envolver Capitão Wagner contra o PT.

A aliança articulada por Ciro, que abrange PL e União Brasil, tem, neste momento, as pré-candidaturas do Pastor Alcides (PL), da vereadora Priscila Costa (PL) e Capitão Wagner (Uniao Brasil) ao Senado. Outro nome citado para a chapa majoritária – vice ou Senado, é do ex-prefeito Roberto Cláudio (União Brasil).

CENÁRIO NACIONAL

As anotações mostram um amplo mapeamento político. Em São Paulo, a cúpula cogita Eduardo Bolsonaro como possível candidato ao Senado, ao lado de nomes como Guilherme Derrite (PP), Mario Frias (PL), Marco Feliciano (PL) e o vice-prefeito Coronel Mello Araújo (PL). Ao lado do nome de André do Prado (PL), presidente da Alesp, aparece a observação: “vice?”.

Em Minas Gerais, surgem como opções ao governo Flávio Roscoe (PL) e o vice-governador Mateus Simões (PSD). Há ainda referência a conversas com o deputado Nikolas Ferreira. Para o Senado mineiro, aparecem Carlos Viana (Podemos), Marcelo Aro (PP), Eros Biondini (PL) e Domingos Sávio (PL).

Em Santa Catarina, reduto tradicional do bolsonarismo, o governador Jorginho Mello (PL) é apontado à reeleição, com Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL) ao Senado.

O nome do senador Esperidião Amin (PP) aparece riscado, sugerindo exclusão da aliança. No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) surgem como apostas ao Senado, enquanto Ibaneis Rocha (MDB) aparece escanteado nas anotações.

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Carlos Alberto

Oi, eu sou o Carlos Alberto, radialista de Campos Sales-CE e apaixonado por futebol. Tenho qualidades, tenho defeitos (como todo mundo), mas no fim das contas, só quero viver, trabalhar, amar e o resto a gente inventa!

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