O menino Anderson Kauã, primo dos irmãos, recebeu alta na manhã desta terça-feira (20), após passar 14 dias internado em Bacabal (MA).

O desaparecimento de Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, entrou na terceira semana sem que as autoridades tenham encontrado pistas concretas sobre o paradeiro das crianças. O caso segue mobilizando uma grande força-tarefa no município de Bacabal, no Maranhão.
O menino Anderson Kauã, primo dos irmãos desaparecidos, recebeu alta hospitalar na manhã desta terça-feira (20), após permanecer 14 dias internado em um hospital da cidade. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), com autorização da Justiça, Kauã passou a colaborar com as buscas logo após deixar a unidade de saúde.
Acompanhado por policiais, o garoto mostrou o caminho que percorreu com os primos, indicando o trajeto até uma cabana abandonada localizada em área de mata. Apesar da indicação, nenhum vestígio que levasse ao paradeiro de Ágatha e Allan foi encontrado até o momento.

Foto: Reprodução/TV Globo
Buscas continuam em área de mata e no rio
As buscas seguem sendo realizadas por forças de segurança estaduais e federais, concentradas em regiões de mata fechada e nas proximidades do rio Mearim. As equipes têm ampliado gradualmente o perímetro das operações.
Pontos centrais da investigação
Apesar da ampliação das áreas de busca, três pontos permanecem no foco das investigações:
- O local onde as crianças foram vistas pela última vez;
- A área onde Anderson Kauã foi encontrado;
- O relato prestado pelo menino após ser localizado.
As autoridades seguem trabalhando para esclarecer o caso e localizar os irmãos desaparecidos.

Foto: Corpo de Bombeiros do Maranhão
PESCADORES SÃO OUVIDOS
Na segunda-feira (19), um grupo de agentes da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) esteve em uma vila de pescadores no povoado São Raimundo, área próxima ao local onde Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado há 12 dias. O menino estava acompanhado dos primos Ágatha Isabelly e Allan Michael, que seguem desaparecidos.
Segundo a Polícia Civil, os moradores da comunidade foram ouvidos na condição de testemunhas. Até o momento, não há indícios de envolvimento deles no desaparecimento das crianças. O objetivo da ação é reunir o maior número possível de informações que possam ajudar a esclarecer o caso e contribuir para a localização de Ágatha e Allan.
Uma comissão formada por oito delegados e investigadores da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) atua diretamente no inquérito que apura o desaparecimento das crianças.
(Com informações do g1/MA)











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