Andrew Mountbatten-Windsor está sendo investigado por ter enviado relatórios confidenciais ao bilionário Jeffrey Epstein, envolvido em um escândalo de tráfico sexual de menores nos EUA.
Por Redação g1
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Príncipe Andrew em foto de 11 de abril de 2021 — Foto: Steve Parsons/Pool via AP, Arquivo
O ex-príncipe Andrew foi preso nesta quinta-feira (19) pela polícia do Reino Unido, informou a rede britânica “BBC”.
A polícia do Vale do Tâmisa informou que prendeu um homem na casa dos 60 anos sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público e estamos realizando buscas em endereços em Berkshire e Norfolk. A pasta, no entanto, não mencionou explicitamente o nome de Andrew sob justificativa de proteger a identidade do preso.
Segundo a “BBC”, Andrew foi preso em sua casa sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público. Segundo a emissora, caso Andrew seja considerado culpado, ele poderia ser condenado à prisão perpétua.
A prisão de Andrew Mountbatten-Windsor, que tem 66 anos, ocorre cerca de uma semana após a polícia do Reino Unido ter anunciado estar investigando se o ex-príncipe enviou relatórios confidenciais a Jeffrey Epstein enquanto servia como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional.
Em outubro, Andrew Mountbatten-Windsor foi destituído de todos os seus títulos reais por seu irmão mais velho, o rei Charles III, após novas revelações sobre sua amizade com Epstein. Ele também “foi expulso” de sua residência oficial em Windsor.
Família real do Reino Unido sob pressão
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Novos arquivos de Epstein mostram ex-príncipe inglês Andrew ajoelhado ao lado de mulher — Foto: DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS EUA/AFP
A família real está sob pressão por conta dos laços de Andrew e Epstein evidenciado pelos documentos do escândalo sexual que estão sendo publicados pelo Departamento de Justiça dos EUA. O príncipe William e a princesa Kate Middleton afirmaram nesta segunda-feira (9) que estão “profundamente preocupados” com as revelações do caso. Andrew nega qualquer irregularidade relacionada a Epstein.
O ex-príncipe foi acusado de agressões sexuais por Virginia Giuffre, principal testemunha de acusação do caso Epstein, quando a mulher era menor de idade.
Andrew Mountbatten-Windsor sempre negou essas acusações de Virginia Giuffre, que, segundo sua família, morreu por suicídio na Austrália em 25 de abril de 2025, aos 41 anos.











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