, Extra — Rio de Janeiro
24/03/2025 03h25 Atualizado há 5 horas
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Para quem foi acostumado a ver a seleção brasileira jogar com seu histórico protagonismo um futebol plástico e competitivo, foi desconfortável assistir aos jogos de volta das quartas de final da Liga das Nações entre seleções europeias na tarde do domingo. Quatro confrontos bem jogados, intensos e decididos com dose extra de emoção. Vinte e um gols marcados, com média de 5,2 por jogo, e dois duelos decididos em cobranças de pênalti. Nas semifinais, a Alemanha enfrenta Portugal, e a França encara a Espanha.
As oito seleções que ontem encheram os olhos dos amantes do futebol serão cabeças de chave de seus respectivos grupos nas Eliminatórias da Europa. E eu lembro que por lá o esquema é o seguinte: as 54 seleções da Uefa estão divididas em 12 grupos com quatro ou cinco países. E só os primeiros garantem vaga na Copa do Mundo do ano que vem. Os segundos disputam um lugar em sistema de playoff. Já coloco, portanto, Alemanha, Itália, Portugal, França Espanha, Holanda, Croácia e Dinamarca entre as 16 que representarão o continente.
Aliás, podem incluir também as seleções de Inglaterra, Bélgica, Suíça e Áustria, as outras quatro cabeças de chave que fecham os 12 grupos europeus. Prevejo uma disputa de altíssimo nível, principalmente quando estas seleções que jogaram as quartas da Liga das Nações entrarem em campo, em setembro.
Seleção brasileira
O time que Dorival Júnior levará a campo para encarar a campeão mundial, em Buenos Aires, terá quatro forçadas alterações na fase defensiva, o que coloca em risco o trabalho do treinador — e eu explico. Nestas Eliminatórias, o Brasil sofreu gol em dez dos 13 jogos que disputou. Só não foi vazado nas vitórias sobre o Peru, por 1 a 0 e 4 a 0, em Lima, e em Brasília, respectivamente, e no 1 a 0 sobre o Equador, em Curitiba. A Argentina, ao contrário, sofreu sete gols nos 13 confrontos, e só vazada em quatro jogos.
A seleção não terá o goleiro Alisson, que respeitará protocolo médico da Fifa; o zagueiro Gabriel Magalhães, suspenso; e os volantes Gerson, machucado, e Bruno Guimarães, também suspenso. A derrota, combinada a outros resultados, deixará o Brasil no quinto lugar. E o próximo adversário, em junho, é o Equador, em Quito. A seleção do argentino Sebastián Beccacece é hoje a segunda colocada, com a defesa menos vazada. Que fase.
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