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Presidentes do STF, Câmara, Senado e TCU discutem “penduricalhos”

Será criada proposta pelo fim de verbas que furam teto constitucional

Será criada proposta pelo fim de verbas que furam teto constitucional
Brasília
Brasília (DF), 24/02/2026 - Presidente do STF, Edson Fachin, durante reunião com Senador Davi Alcolumbre, Presidente do Senado Federal, Deputado Hugo Motta, Presidente da Câmara dos Deputados, Ministro Vital do Rego Filho, Presidente do Tribunal de Contas da União e Hindenburgo Chateaubriand, Vice-Procurador Geral da República.
Foto: Rosinei Coutinho/STF
© Rosinei Coutinho/STF

Os “penduricalhos”, como são chamadas as gratificações, auxílios ou verbas indenizatórias pagos a servidores públicos que ultrapassam o teto constitucional, foram tema de reunião, na manhã desta terça-feira (24), no Supremo Tribunal Federal (STF).

plenário do STF começa a julgar, nesta quarta-feira, duas ações sobre o assunto, que estão sob a relatoria dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

Participaram da reunião o presidentes do STF, ministro Edson Fachin; do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo.

Em nota, o Supremo informou que a reunião teve o objetivo tratar da eficiência, transformação e modernização do Estado.

Além disso, ficou decidido que, nos próximos dias, será formulada uma proposta de regra de transição, em respeito à Constituição e aos limites do teto constitucional.

Segundo o STF, o encontro reflete um esforço de cooperação mútua, em busca do equilíbrio entre a autonomia institucional e o rigor fiscal demandado pela sociedade.

“Penduricalhos” suspensos

Nesta segunda-feira, o ministro Gilmar Mendes suspendeu o pagamento dos “penduricalhos” a membros do Judiciário e do Ministério Público, como juízes e promotores.

Mendes fixou o prazo de 60 dias para o fim dos pagamentos previstos em leis estaduais.

O ministro decidiu que verbas de natureza indenizatória só podem ser pagas quando expressamente previstas em lei aprovada pelo Congresso Nacional.

Já a decisão do ministro Flávio Dino proibiu o pagamento de novas parcelas remuneratórias a todos os Poderes e órgãos constitucionalmente autônomos.

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Carlos Alberto

Oi, eu sou o Carlos Alberto, radialista de Campos Sales-CE e apaixonado por futebol. Tenho qualidades, tenho defeitos (como todo mundo), mas no fim das contas, só quero viver, trabalhar, amar e o resto a gente inventa!

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