
O Senado aprovou nesta terça-feira um projeto que reestrutura parte do serviço público federal. São 24 mil novos cargos efetivos criados, quase metade para a área de educação.

Ficou assim: 6 mil cargos de professor do magistério superior e de analista em educação para as universidades federais; 16.300 cargos de professor do ensino básico e tecnológico, técnico em educação e analista em educação — neste caso, para as instituições de ensino da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; 1.500 cargos de analista técnico de desenvolvimento socioeconômico e de justiça e defesa do Ministério da Gestão, além de 200 cargos de especialista em regulação e vigilância sanitária e 25 de técnico da Anvisa.
Isso vai beneficiar também servidores com formação em áreas como administração, contabilidade, biblioteconomia, que vão passar a integrar uma carreira única com lotação no Ministério da Gestão. Eles serão reenquadrados.
Foi uma grande votação no plenário do Senado. O presidente da Câmara, Hugo Motta, e a ministra da Gestão, Esther Dweck, acompanharam. Segundo o líder do governo no Congresso e relator da proposta, o senador Randolfe Rodrigues, do PT do Amapá, 270 mil servidores serão beneficiados de alguma forma.
Senador Randolfe Rodrigues (Sonora): “Bom, primeiro, é o maior plano de reorganização e valorização do serviço público da história do país. São 270 mil servidores que serão beneficiados por esse plano. Tem pelo menos 21 carreiras que serão reorganizadas. Algumas dessas carreiras esperavam por isso há pelo menos 30, 40 anos.”
Os impactos, segundo o relator, o senador Randolfe Rodrigues, serão de 5,3 bilhões de reais este ano. O texto segue agora para a sanção do presidente Lula.











Adcionar comentário