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Golpes virtuais: um a cada seis tentativas usa imagem de famosos  

Das 20 figuras identificadas, 60% são jornalistas e apresentadores de TV. César Tralli, Fatima Bernardes e William Bonner são alguns dos nomes mais usados pelos golpistas. Entre as mais de 120 verificações de golpes digitais, foram registradas 24 ocorrências envolvendo figuras públicas e/ou celebridades, entre atores, apresentadores, políticos e youtubers.

Aproximadamente 1 em cada 6 golpes utiliza a imagem de famosos para convencer as vítimas. Os dados são de um levantamento inédito do projeto “Será que é golpe?”, da Lupa. Com base em mais de cem verificações de golpes digitais, o estudo mostra que foram registradas 19 ocorrências envolvendo figuras públicas e/ou celebridades, entre atores, apresentadores, políticos e youtubers.

Das 20 figuras identificadas, 60% são jornalistas e apresentadores de TV. César Tralli, Fatima Bernardes e William Bonner são alguns dos nomes mais usados pelos golpistas. Entre as mais de 120 verificações de golpes digitais, foram registradas 24 ocorrências envolvendo figuras públicas e/ou celebridades, entre atores, apresentadores, políticos e youtubers.

Como o golpe é realizado

Além do uso de imagens estáticas, a técnica mais comum e cada vez mais frequente é o deep fake – que utiliza ferramentas de IA para manipular vídeos que simulam a fala, a voz e os gestos do personagem utilizado.

Também aparecem na lista de quem teve sua imagem utilizada o presidente Lula, o ex-presidente Jair Bolsonaro, os empresários Pablo Marçal e Luciano Hang, o deputado federal Nikolas Ferreira e os apresentadores Ratinho, Celso Portiolli (ambos do SBT) e Marcos Mion (Globo). A lista conta ainda com o ator Matheus Nachtergaele, o jogador de futebol Paulo Henrique Ganso, e o youtuber Giorgio Barone.

Maioria de golpes é financeiro e vai de criptomoedas a produtos milagrosos

A maioria dos casos envolve golpes financeiros, embalados em diferentes temas: de criptomoedas a supostos benefícios de programas sociais, passando por super promoções e a venda de suplementos e remédios. Em comum, quase todos sugerem o mesmo caminho: o cadastro de informações pessoais da vítima, seguido do pagamento de uma taxa via pix.

Também são comuns conteúdos ligados à comercialização de produtos milagrosos de beleza e estética. É o caso do golpe recente que utilizou a imagem da atriz Giovanna Ewbank em um vídeo de deep fake. O conteúdo falso, que foi verificado pela Lupa, mostra a imagem de Ewbank sendo utilizada para vender um creme supostamente milagroso para a pele.

 

 

 

(*)Com informação do Jornal Extra

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Carlos Alberto

Oi, eu sou o Carlos Alberto, radialista de Campos Sales-CE e apaixonado por futebol. Tenho qualidades, tenho defeitos (como todo mundo), mas no fim das contas, só quero viver, trabalhar, amar e o resto a gente inventa!

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